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Associação Judaica de Polícia

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Hugo 2008 · Melhor livro
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Nebula 2007 · Best Novel
Michael Chabon
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Sobre o livro

A prosa original e imaginativa de Michael Chabon mais uma vez surpreende: num mundo em que o Estado de Israel foi destruído, logo após sua fundação em 1948, por uma coalizão árabe, os judeus da diáspora se instalam no distrito federal de Sitka, no litoral do Alasca, que lhes foi concedido provisoriamente pelo governo dos Estados Unidos. A ação se passa em 2007, às vésperas da "reversão", ou seja, da devolução do território aos Estados Unidos. Nessa atmosfera de tensão e incerteza, o detetive de polícia Meyer Landsman - que pelo jeito desleixado, métodos pouco ortodoxos, humor cáustico e tendência ao alcoolismo é uma espécie de versão judaica dos anti-heróis noir de Dashiell Hammett e Raymond Chandler - se vê diante do assassinato de um obscuro viciado em heroína. E o que de início parece ser um crime banal acaba por se revelar um mistério quase insolúvel que envolve a máfia judaica, gênios do xadrez, um potencial messias e um plano mirabolante para a reconquista militar de Jerusalém e da Terra Santa. Ao lado do leal parceiro e amigo de infância Berko Shemets, mestiço de índio e judeu, Landsman tem de convencer sua ex-mulher e atual chefe durona a deixá-lo atuar no caso, e decifrar o enigma antes que os ianques assumam a polícia de Sitka. O perfil do protagonista, a ambientação predominantemente noturna em cenários sórdidos, o humor cáustico que beira o cinismo, e a estrutura narrativa, fazem de Associação Judaica de Polícia uma homenagem renovada ao romance policial hard boiled dos anos 1930 e 1940, que inspirou tantos filmes do gênero noir . Sucesso imediato de público e crítica nos Estados Unidos, o livro teve seus direitos de adaptação cinematográfica comprados pelos irmãos Joel e Ethan Coen. "Chabon reinventou a prosa contemporânea revisitando os mais festejados e populares gêneros narrativos. Ele restaurou o prazer da leitura." - Esquire "Chabon é um escritor espetacular. Os jogos de palavra com o iídiche - certamente a língua franca dos judeus antes de Israel - na boca dos modernos judeus do Alasca são uma ideia de mestre." - The Guardian

Páginas

472

Editora

Companhia das Letras

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